Resenha crítica: Paredes vivas

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Não há saída quando não se quer sair…”

Tudo começou com a espera do livro, que para minha surpresa, não demorou muito. Logo quando ele chegou, fiz questão de abandonar por um tempo os outros livros que eu estava lendo, para dar prioridade à Paredes vivas. E não me arrependi, pois, fazer a leitura do livro da Rosa, me fez reviver  minhas épocas em que eu era fissurada por histórias de suspense, fantasmas e outras histórias do gênero da literatura infanto-juvenil. O livro me fez lembrar um pouco da emoção que eu senti ao ler Marina de Carlos Ruiz Zafón, o típico livro que você fica ansioso pra saber como ele termina.

Paredes vivas é um livro de fácil leitura, com capítulos na maioria pequenos e enredos mirabolantes que são escritos sempre em primeira pessoa.

Ele narra a vida da personagem principal Mauren, que vive milhares de conflitos ao longo da história, começando  pela perda do seu tão querido pai , aos oito anos, a depressão e a doença inexplicável de sua mãe. as descobertas das paixões da idade e as desconfianças por parte de seus tios. Em meio a tantos turbilhões e reviravoltas, Mauren ainda tem que conviver após sete anos traumáticos, com um fantasma preso em seu quarto.

Algo que acabou  chamando muito a minha atenção e mostrou ser um diferencial, foi que a cada capítulo tem uma mensagem especial, que complementa tanto a história quanto aconselha e traduz para quem está lendo.

 

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Resumo

Mauren volta à escola um pouco cabisbaixa, pois, depois da morte do seu pai, afogado na lagoa do Barros, sabia que todo mundo ia olhá-la de um jeito diferente. Ao começar a aula, a turma conhece dois alunos novos na sala Tobias e Gregor. Ela logo nota algo diferente em Tobias, algo arrogante. Em seguinte, a professora pede que os alunos falem algo sobre si em uma folha de papel para colar no mural. Mauren escreve que não resiste a um bom desafio. Tarde demais. Sem saber o que isso podia lhe trazer, ela recebe uma proposta anônima, para ir ao cemitério da cidade, tarde da noite. Ela consegue driblar a mãe Ione e a sua empregada Nice, e vai. Na primeira noite ela só achou um trevo e um bilhete, irritada ela volta para casa. Na sua segunda ida ao cemitério, por curiosidade, acaba encontrando o autor dos bilhetes anônimos, e se envolve em uma maldição. Maldição essa de que após sete anos de intensos conflitos e desconfianças entre seus parentes, envolvendo seu tio Vicente, a assombra mais uma vez. Ela se apaixona, ajuda a colocar alguém na cadeia, salva a vida de sua mãe e faz de um fantasma preso em seu quarto, o seu melhor amigo.

Um misto de comédia por parte da escrita solta e irreverente, suspense, drama e romance é a marca registrada do livro Paredes vivas.

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Um comentário sobre “Resenha crítica: Paredes vivas

  1. Aline Salvagnane disse:

    Apesar de carregar um quê bem clichê – e ter me lembrado A Mediadora – parece uma história bem envolvente, gostaria de poder um dia da uma oportunidade à este livro.
    Muito boa sua resenha, aliás. Bem descrita e objetiva.

    Beijos,
    orocardovento.blogspot.com

    Curtir

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