Uma visita ao Jardim Botânico de Pernambuco

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Foto divulgação.

Eleito um dos quintos melhores do Brasil, às margens da BR 232, situado numa parte escondida da cidade, onde se pode sentir o cheiro do verde e ouvir o canto dos pássaros e o silêncio da natureza, o Jardim Botânico de Pernambuco revela uma diversidade imensa de plantas e beleza e um dos melhores lugares pra se visitar num fim de semana. Na visita em que fiz, no domingão de Deus (20), do mês de agosto,pude conhecer um pouco desse lugar de beleza e paz, onde se pode praticar trilha e ter imensas sensações diante da beleza apresentada. Foi um passeio incrível e quase que me arrisquei a fazer trilha, só não fiz porque a trilha, como outras partes da mata estava interditada, e as informações do guia era de que quando chove é perigoso se fazer trilha no local.

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Um serumaninho chamado Saguim. No local havia vários correndo em torno das pessoas . Foto Rebeka Pires.

A diversidade de plantas no lugar é imensa. Já de fora, dava pra ver o tamanho do Jardim Botânico, um grande espaço de visitação para a toda a família, e como o funcionamento é curto. O parque abre das 9 h e vai até às 3h30, por conta dos bichos que aparecem e se torna bastante perigo o local, tem que aproveitar nesse pouco espaço de tempo, que se bem que dá pra descansar e fazer um lanche com a família.

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Placa na entrada do Jardim Botânico. Foto Rebeka Pires.

Andando um pouco mais, pela trilha que se segue depois da placa de entrada e depois que você entra e avista as amostras de Pau-brasil, você pode ver um largo espaço que dá pra uma estradinha longa (parece aquelas estradinhas que a gente vê em filmes de romance e dá vontade de tirar fotos de braços abertos) e várias espécies de plantas. Todas as plantas no local tem o nome da espécime em nome científico e o nome da planta. Lá também tinha uma enorme árvore, uma das maiores que eu já vi, entre outras plantas de cultivo e as nativas.

A imagem pode conter: planta, árvore, atividades ao ar livre, natureza e água

Pontezinha com o lago. Foto Rebeka Pires.

A ponte pro lago, infelizmente estava interditada, sem acesso aos visitantes. A trilha estava interditada porque quando chove à risco de galhos caírem e as pessoas se machucarem, além de que o chão fica escorregadio com as plantas que caem, é o que falou o guia do Jardim.  Antes da “pontezinha do amor” Tem uma estufa só de orquídeas e na ponte que dá acesso ao jardim das orquídeas tem um enorme lago recheado de peixes de vários tipos, como tilápia, que é bastante conhecido na culinária Pernambucana. Se é proibido alimentar os animais, mesmo que eles roubem comida, como na cena em que todo mundo riu, no meio de um piquenique, o saguim saiu fazendo a cena roubando a comida de um dos visitantes correndo em disparada. Cena fez todo mudo rir, inclusive eu que saí registrando tudo no lugar.

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Orquídea. Foto Rebeka Pires.

A estufa das orquídeas, simplesmente lindo com flores de diversas cores, brancas, lilás, amarelas, verdes, e de todos os tipos, que só indo pra se ter o registro do lugar. Logo depois, de tudo que a gente tinha visto no lugar, nós fomos abordados com um lindo jardim sensorial, onde as pessoas podem sentir o som da natureza, ouvir, degustar, tocar e cheirar. No lugar tinha diversas plantas, e cheguei a experimentar uma planta que no meu paladar tinha gosto de menta, e também tinha um pezinho de hortelã. Segundo o guia, não se pode pegar as sementes, que no caso não são vendidas no local, mas você pode achar em lojas virtuais. Também não posso esquecer de falar no bicho-preguiça, que de todo o passeio era o animal mais esperado. Só que a surpresa nem foi tanto em ver o animal e sim a surpresa de registrar o momento do bicho-preguiça com o seu filhotinho preso no pai. O guarda florestal do local falou que “geralmente é macho quando tem listras nas costas, e o macho é quem carrega o bebê. Eles não costumam descer, é muito difícil. Eles só descem uma vez na semana pra defecar e comem o que encontram nos galhos das árvores mesmo.”

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O registro do bicho-preguiça com o seu filhotinho no colo. Foto Rebeka Pires.

Foi emocionante e passei na média de meia hora só reparando nos pequenos movimentos do bicho-preguiça com seu filhotinho no colo.  “As cobras costumam sair  no final da tarde. Aqui fica cheio delas, por isso que é perigoso ficar por aqui até tarde, e o parque tem que fechar mais cedo por isso. Elas saem pra caçar, à noite é que os bichos aparecem pra caçar.” falou o guarda florestal do lugar.

O som é de mata atlântica e tem um clima bastante gostoso e úmido, por toda a estrada que leva o parque tem bancos pras pessoas se sentarem, é um clima bastante agradável de lar-doce-lar e quintal de casa, que você pode levar toda a família junta nesse passeio. É um silêncio de jardim e floresta. Nada parece com aqueles filmes de terror, é simplesmente uma sensação única e fantástica poder estar em meio à natureza, e sentir e fazer parte dela. Com certeza foi uma perfeita experiência. Só faltou a trilha, mas mesmo assim, no fim do passeio, pude constatar uma alegria e admiração por todas as pessoas que estiveram presentes.

 

 

 

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